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Transformação Digital: tecnologia é agente da mudança na relação entre marca e consumidor

Transformação Digital, Jornada do Usuário | Publicado por Time MJV on 30/ago/2018 16:19:00

Estamos na era da Transformação Digital, momento em que a tecnologia funciona como agente da mudança de comportamento das empresas, interna e externamente. Neste contexto, o relacionamento entre marcas e usuários ganha uma nova dimensão. Mas como se destacar nessa nova realidade e gerar mais negócios?

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O cliente hiperconectado demanda produtos e serviços mais focados às suas necessidades, porque seus hábitos agora são outros: ele não se hospeda do mesmo jeito, não se locomove da mesma forma, não pesquisa e não consome como antigamente.

Tudo fica muito mais rápido e o volume de informações aumenta. Para acompanhar essa nova fase, empresas de diferentes nichos passam a enxergar além e criar oportunidades de negócios: a tecnologia passa a ser utilizada para facilitar a conexão marca-usuário e garantir resultados mais assertivos.

O papel das empresas na nova geração de consumo

Os consumidores de hoje são capazes de acessar informações de forma digital e usar multitelas em amplos dispositivos, simultaneamente. Isso faz com que o poder de compra seja mais imediato e as empresas se digitalizem para acompanhar o movimento do novo consumidor. Mas qual o papel das empresas nesse contexto?

As organizações precisam fazer uso de tecnologias que proporcionem mais agilidade e acessibilidade ao usuário, gerando uma experiência que atenda suas necessidades e que também permita criar novas preferências, alinhadas com a cultura organizacional de seus negócios.

Oportunidades geram novos negócios

O entendimento do novo consumidor e seus desejos permite aproveitar novos nichos de mercado para desenvolver produtos e serviços mais focados no usuário. Algumas empresas enxergam oportunidades ainda incipientes e desenvolvem novas frentes de negócio. É o caso do Netflix, Ifood, Airbnb, Uber, entre outras.

As novas tecnologias não são mais sinônimo, apenas, de conforto ou modernidade. Na Era da Transformação Digital, a inovação revoluciona desde a comunicação com o usuário até a demanda por novos produtos e serviços e sua relação com os novos mercados. A empresa americana Uber é um exemplo da mudança de mindset em relação à mobilidade urbana: a empresa foi uma das primeiras a utilizar o conceito de e-hailing (*) para atrair seus clientes, a um custo bem mais reduzido.

(*) e-hailing - ato de requisição de transporte através dispositivos eletrônicos, geralmente celulares ou smartphones.

O e-hailing oferece algumas vantagens em relação às formas tradicionais de locomoção urbana:

Facilidade de pagamento - armazena informações de cartão de crédito no aplicativo, não necessitando de máquinas leitoras sem fio no táxi; mas também oferece a opção de pagamento em dinheiro, ampliando o market share;

Rapidez - o aplicativo utiliza GPS em tempo real, reduzindo o tempo de espera do usuário, já que seleciona o carro mais próximo;

Custo - o usuário subloca o automóvel de um proprietário, o que reduz o custo da operação para o Uber, já que gastos com manutenção e combustível, e até com prestações do veículo, estão sob a responsabilidade do motorista. Já para o usuário final, o custo é reduzido quando comparado ao taxi;

Segurança - o aplicativo permite uma avaliação de seus condutores pelos próprios usuários, sem parcialidade da empresa responsável. Isso gera mais controle dos profissionais que se cadastram para realizar o serviço, passíveis de punição em casos de abuso.

Tecnologias de ponta otimizam desempenho

Antes vistos em filmes e desenhos de ficção científica, os novos gadgets oferecem soluções inimagináveis há poucos anos, como os wearable devices, ou dispositivos vestíveis. A nanotecnologia permite a integração de novos devices, garantindo agilidade, precisão e melhor aproveitamento de dados.

O impacto da Transformação Digital

Alguns setores que já avançam no uso dessas tecnologias para melhorar desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores:

Saúde - Unidades de saúde contam com atendimentos virtuais para casos onde não existe um especialista. Exames menos invasivos já podem ser realizados remotamente;

Seguros - Empresas seguradoras fazem uso da telemetria para monitorar a ação dos usuários dentro dos veículos. Os movimentos são gravados e compilados, identificando padrões de comportamento e traçando o perfil do motorista. As informações servem para verificação de desempenho, bonificando os melhores motoristas, além de prevenir acidentes;

Qualidade de vida - Os devices monitoram batimentos cardíacos, pressão sanguínea, quantidade de passos e velocidade, melhorando o desempenho de esportistas profissionais ou amadores. Estes dispositivos também podem evitar complicações de saúde e prevenir doenças;

Automação residencial - Televisores inteligentes, dispositivos que integram diferentes objetos, capazes de controlar, remotamente, ar condicionado, geladeiras, equipamentos de som e iluminação ambiente e até chuveiros e banheiras.

Transporte - Carros mais seguros, com menor emissão de gases poluentes e com sistema de direção e telefonia acoplados para informar sobre caminhos com menor fluxo de carros, possíveis acidentes e desvios de rota;

Ensino - Aulas online, mais atrativas e com recursos modernos que globalizam as informações, em tempo real;

Vestuário e Calçados - roupas adaptáveis com proteção solar e tecnologia de compressão para diminuir cansaço, sapatos e tênis para aumentar condicionamento físico, etc;

Agronegócio - Big Data, Cloud Computing, Telemetria, Agricultura e Silvicultura de Precisão, Integração de Sensores, Mobilidade e alta disponibilidade de dados, já são utilizados na produção de alimentos que atendam a curva de crescimento populacional dos próximos anos.

Novas tecnologias para agregar valor

Há alguns anos, um negócio de sucesso era aquele que tinha uma proposta de valor imutável, com alguma diferenciação nos produtos, e mercado voltado para execução. Na era digital, é preciso estabelecer sinergia com o cliente, investir em pesquisas de interesse e mudar processos, à medida que se tornem senso comum. As mudanças não se referem somente à inserção da tecnologia nos negócios, mas sim uma nova cultura organizacional, que semeia e promove a inovação.

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Categorias: Transformação Digital, Jornada do Usuário

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