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Personas: uma ferramenta poderosa no Design Thinking

Design Thinking | Publicado por Time MJV on 13/jan/2016 15:21:26

Personas: uma ferramenta poderosa no Design Thinking - Blog MJVO método Personas é uma poderosa ferramenta que utilizamos durante as fases do Design Thinking.

Através desse método podemos identificar arquétipos ou personagens ficcionais, concebidos a partir da síntese de comportamentos observados durante a observação de consumidores com perfis extremos.

Essa síntese pessoaliza a representação das motivações, desejos, expectativas e necessidades, reunindo características significativas de um grupo mais abrangente. 

A partir de agora vamos aprofundar ainda mais sobre como gerar novas ideias a partir desse método.

Quando utilizar

Essa técnica pode ser utilizada diversas vezes no processo de Design Thinking para alinhar informações dos usuários com todas as pessoas envolvidas. Criar personas é especialmente útil na geração e validação de ideias para um negócio.

Por exemplo, as necessidades das personas podem ser exploradas na fase de Ideação para geração de soluções inovadoras que atendam às suas demandas. Depois disso, as mesmas ideias podem ser avaliadas pela perspectiva das personas de forma a selecionar as mais promissoras.

Entenda 

Para complementar a compreensão desse método utilizado amplamente em inovação, criamos uma animação que você assiste aqui:

Identificação dos arquétipos

A partir dos dados de campo, são identificadas diferentes polaridades de características dos usuários. Estas podem variar desde aspectos demográficos como sexo, faixa etária e classe social até perfis comportamentais como, por exemplo, se o indivíduo é independente com relação ao cuidado da saúde ou se depende de familiares em caso de doença.

Identificação dos arquétipos em Personas - Blog MJV

Depois de identificar todas as polaridades, compõem-se os personagens combinando esses aspectos e usando como referência os perfis identificados em campo.

Assim, cria-se um grupo de personas com características significativamente diferentes que representem perfis extremos de usuários do produto ou serviço analisado.

Ao fim, deve-se atribuir um nome e criar histórias e necessidades que ajudem na personificação do arquétipo.

Case: aplicação prática - Perfis extremos de pacientes crônicos

Ao desenvolver métodos inovadores de monitoramento de pacientes crônicos, os dados da pesquisa exploratória e da imersão em profundidade possibilitaram a identificação de seis aspectos positivos e seis negativos, formando seis eixos de comportamento:

Independente / Dependente
O paciente depende de outras pessoas para tomar os remédios, marcar consultas e cuidar da saúde?

Negação da doença / Aceitação da doença
Como ele lida com sua condição? Aceita ou nega?

Desregrado / Regrado
Toma os remédios na hora certa? Faz exercícios? Vai ao médico regularmente?

Tecnológico / Não tecnológico
Usa equipamentos tecnológicos? Aceita o auxílio da tecnologia durante o tratamento?

Procura informações / Não procura informações
Procura mais informações sobre a doença e o tratamento?

Relação médico e profissional / Relação médico e pessoal
O paciente se relaciona com o médico de forma emocional ou racional? Estabelece alguma espécie de vínculo com ele?

Com a criação desses clusters que representavam os reais usuários, puderam ser pensadas soluções que atendiam às necessidades desses grupos de clientes de formas mais personalizadas e eficientes. 

Conclusão: em que situação você ou seu negócio se beneficiaria desse método?

E em suas ofertas, já chegou a esse nível de aprofundamento com relação às personalidades e características dos seus usuários ou stakeholders?  Entender melhor o que motiva o usuário é a chave para inovar e conquistar fidelidade. 

Se quiser ainda mais informações, acesse demais postagens sobre o assunto em nosso Blog. 

Categorias: Design Thinking

Design Thinking - Inovação em Negócios

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